O único método de tratamento e prevenção das doenças bucais que vê o cliente como um todo energético, um ser integral, psicossomático (corpo e alma). Desenvolvida desde 1982, essa odontologia inovadora é baseada nas descobertas de Norberto Keppe, assim como no livro " A Cura pela consciência" de ClaudiaB.S.Pacheco.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Qual a melhor restauração para os dentes? AMÁLGAMA DE PRATA X RESINA COMPOSTA
Há
mais de 200 anos, o amálgama de prata tem sido usado como material restaurador
dos dentes de trás e continua sendo o material mais aceito para restaurações de
dentes posteriores. A continuidade de
sua popularidade em todo o mundo é atribuída a vários fatores, sendo os mais
importantes: durabilidade, relação custo-benefício para o paciente e simplicidade
da técnica. (1,2) Porém, desde os anos
80, surgiram as resinas compostas modificadas como uma nova opção para
restaurar esses dentes. Antes, as
resinas compostas, que são derivadas do petróleo , só eram utilizadas para
restaurações estéticas dos dentes anteriores.
Através de trabalhos científicos e experiências clínicas de vários
países, pode-se confirmar a superioridade das restaurações de amálgama em
relação às de resina para os dentes posteriores. Apesar disso, o poder econômico
patológico divulga pesquisas deturpadas que incentivam o uso de resinas para os
dentes de trás, alegando que o amálgama de prata é tóxico. É importante
esclarecer que o mercúrio liberado pelas restaurações de amálgama, pelos dados
até agora obtidos, não contribui para o aparecimento de doenças sistêmicas,
efeitos toxicológicos, danos imunológicos ou teratológicos. (1) Como a maioria da população mundial tinha
restaurações de amálgama, a troca pelas resinas deu
um lucro fabuloso para as multinacionais. Nos EUA, Stephen (1994) concluiu que,
nos anos de 1990, se o amálgama não fosse usado como material restaurador, o
gasto adicional seria de U$ 12,4 bilhões e que, em 1994, o custo estimado para
todas as restaurações de amálgama seria de U$ 248 bilhões. (1) Ao denegrir a reputação do amálgama, o poder econômico
faz com que o povo acredite que a causa das doenças seja apenas orgânica (visão
organicista). Ao alimentar essa ideia invertida de que o mal vem de fora, ele
faz com que muitos pensem que um simples amálgama de prata possa ser a causa de
todos os seus males orgânicos e psíquicos, tais como: asma, rinite, mau hálito,
problemas gástricos, problemas cardíacos, dor de cabeça, tontura,
irritabilidade, ansiedade, insônia, sonolência, depressão etc . Tivemos
clientes europeus e americanos que haviam
trocado todas as restaurações de amálgama por resina, na esperança de obter
alívio de seus sintomas. No entanto, ao invés disso, eles adquiriram mais problemas: as novas restaurações
quebraram rapidamente, sofreram recidiva de cárie e alguns dentes precisaram de
tratamento de canal. O Instituto de Pesquisa
em Odontologia dos EUA afirma que não existem evidências convincentes de que o
amálgama possa causar uma ampla variedade de sintomas que têm sido atribuídos a
ele, e nem que a cura ou a melhoria da saúde geral possa ser conseguida pela
sua remoção.(3) Os dados científicos da literatura não justificam
descontinuidade de uso ou a substituição das restaurações de amálgama
existentes. (1)
A
VERDADEIRA CAUSA DAS DOENÇAS
O
sistema-sócio-econômico patológico em que vivemos equivale pelo menos a 50% das causas dos nossos problemas orgânicos
e psíquicos . “ O ser humano vive entre
duas pressões: a primeira, do ambiente social , e a segunda, do seu interior psicológico. De modo geral, podemos dizer que os dois
exercem forte atuação : a) porque a estrutura social é errônea , colocando o
ser humano sempre em choque; b) a vida psicológica , esposando ideias errôneas
, e não percebendo os seus maus sentimentos , acaba por desnortear
completamente a pessoa. O resultado deste verdadeiro campo de luta são as
doenças físicas e psíquicas, as doenças sociais, os crimes, roubos e
delinquência em geral.” (4)
Portanto,
as doenças orgânicas e psíquicas têm sua origem em causas bem diferentes das
maliciosamente descritas pelo mercado internacional das resinas sintéticas.
1-
Felippe,L.A;
Vieira,L.C.C. & Danker,A.L. – Rev. APCD V.53 no. 1 jan/fev 1999
2-
Karl
F. Leinfelder ; Jack E. Lemons M.S –
Clínica Restauradora- 1a. ed., 1989
3- Cury,J. A. -Suplemento Saúde da Revista
Manchete, n. 2223, 1994, pg.5
4-
Keppe,
N.-A Libertação dos Povos , Proton
Ed.,1993
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Fraturas Dentárias e a Tensão Emocional
Os dentes podem ter rachaduras de vários níveis; nos casos mais graves, eles se dividem em duas partes.Mesmo assim, dependendo do caso,essas partes são aproveitadas.
Vamos, aqui, analisar as fraturas dentárias causadas durante a mastigação ou pelo bruxismo (ranger ou apertar os dentes).
Dentes com restaurações grandes são os mais propícios a sofrer fratura, mormente quando eles têm tratamento de canal (ficam fracos). Podem causar fratura dentária: mastigar algo muito duro por acidente (pedra, pedaço de osso, caroço de azeitona) e o hábito de mastigar alimentos duros (balas, milho de pipoca, amendoim tipo japonês, pedra de gelo, granola seca, sementes etc).
Estados emocionais como a ansiedade, o medo e a raiva causam aumento da atividade dos músculos mastigatórios e, consequentemente,tensão muscular. Por isso, aqueles que mais fraturam os dentes são os que possuem grandes restaurações, gostam muito de mastigar alimentos duros e têm bruxismo. São pessoas muito tensas que procuram descarregar suas tensões na boca.
A tensão e o nervosismo resultam da luta que o ser humano faz para eliminar a consciência dos erros e também rejeitar a realidade, que é boa,bela e verdadeira (atitude de censura à consciência).
Vamos, aqui, analisar as fraturas dentárias causadas durante a mastigação ou pelo bruxismo (ranger ou apertar os dentes).
Dentes com restaurações grandes são os mais propícios a sofrer fratura, mormente quando eles têm tratamento de canal (ficam fracos). Podem causar fratura dentária: mastigar algo muito duro por acidente (pedra, pedaço de osso, caroço de azeitona) e o hábito de mastigar alimentos duros (balas, milho de pipoca, amendoim tipo japonês, pedra de gelo, granola seca, sementes etc).
Estados emocionais como a ansiedade, o medo e a raiva causam aumento da atividade dos músculos mastigatórios e, consequentemente,tensão muscular. Por isso, aqueles que mais fraturam os dentes são os que possuem grandes restaurações, gostam muito de mastigar alimentos duros e têm bruxismo. São pessoas muito tensas que procuram descarregar suas tensões na boca.
A tensão e o nervosismo resultam da luta que o ser humano faz para eliminar a consciência dos erros e também rejeitar a realidade, que é boa,bela e verdadeira (atitude de censura à consciência).
quarta-feira, 6 de maio de 2015
O estresse emocional e o bruxismo
Bruxismo é o ato da pessoa ranger ou apertar os dentes com pressão constante, esteja acordada ou dormindo. Acomete cerca de 45% da população. No bruxismo, a força mastigatória, que em média é de 50 kgf, é aumentada em até 8 vezes podendo acarretar dores de cabeça, desgaste, fratura e mobilidade dental, além de disfunções musculares ou da articulação têmporo-mandibular. Muitas pessoas não percebem seu bruxismo, porque ocorre de forma inconscientizada. Sua causa é psicológica, decorrendo de forte tensão emocional. Pessoas com bruxismo geralmente têm muita raiva e censura (não querem ver problemas), perfeccionismo e forte autoidealização. Só com a aceitação da consciência dos próprios erros a pessoa consegue reduzir a tensão emocional, podendo até deixar de ter bruxismo.
Um exemplo é L.M. que quebrou um dente devido ao bruxismo. Ela nos disse que estava nervosa com seu trabalho porque não era “perfeito” como ela gostaria."Eu canto no melhor coral de São Paulo e na sala mais acústica da America Latina,mas eu não estou contente”.
Através da psicoterapia trilógica, L.M. conscientizou-se da sua inveja (rejeitar o bem) que a levava a estar insatisfeita com o seu trabalho, que é bonito. Assim, ela se acalmou e deixou de apertar tanto os dentes.
Um exemplo é L.M. que quebrou um dente devido ao bruxismo. Ela nos disse que estava nervosa com seu trabalho porque não era “perfeito” como ela gostaria."Eu canto no melhor coral de São Paulo e na sala mais acústica da America Latina,mas eu não estou contente”.
Através da psicoterapia trilógica, L.M. conscientizou-se da sua inveja (rejeitar o bem) que a levava a estar insatisfeita com o seu trabalho, que é bonito. Assim, ela se acalmou e deixou de apertar tanto os dentes.
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O estresse , o fumo e os dentes
Os cientistas alertam: fumar causa, muitas vezes, câncer em diversos órgãos do corpo, além de provocar problemas bucais graves. O fumo aumenta em 10 vezes o risco de doença periodontal (da gengiva e do osso ao redor dos dentes) e das moléstias cardíacas. Então por que tantos fumam? Todos, absolutamente todos já têm consciência de que fumar é encurtar sensivelmente o tempo de vida e não só — é reduzir drasticamente a nossa qualidade de vida, fabricando muitas doenças relacionadas ao tabagismo.[1]
Como qualquer outro vício, o fumo é buscado com a tentativa de fugir ou “aliviar” as tensões e angústias. A causa psíquica fica evidente através da Psicanálise Integral de Keppe, pois muitos clientes conseguem parar de fumar somente com a psicoterapia. Também em nossa clínica odontológica, que usa a metodologia keppeana, alguns dos nossos clientes conseguem abandonar o tabagismo, por se
conscientizarem da inversão psíquica, que leva a pessoa a sentir prazer em se destruir.
Como no caso de G.C., 65 anos. fumante havia 40 anos, além dos problemas respiratórios ela perdeu vários dentes devido ao vício.
Mas, mesmo assim, não deixava os cigarros. Ela relatou que, quando parava de fumar sentia-se muito triste e, às vezes, raivosa. Explicamos que, na verdade, o fumo encobria sua consciência do quanto ela andava triste e com raiva. Conscientizando-se disso, G.C. ficou mais feliz e teve êxito em parar de fumar, conseguindo manter a saúde mais equilibrada.
[1] PACHECO, Cláudia . De Olho na Saúde. São Paulo,Proton Editora, 2007, p. 20
Como qualquer outro vício, o fumo é buscado com a tentativa de fugir ou “aliviar” as tensões e angústias. A causa psíquica fica evidente através da Psicanálise Integral de Keppe, pois muitos clientes conseguem parar de fumar somente com a psicoterapia. Também em nossa clínica odontológica, que usa a metodologia keppeana, alguns dos nossos clientes conseguem abandonar o tabagismo, por se
conscientizarem da inversão psíquica, que leva a pessoa a sentir prazer em se destruir.
Como no caso de G.C., 65 anos. fumante havia 40 anos, além dos problemas respiratórios ela perdeu vários dentes devido ao vício.
Mas, mesmo assim, não deixava os cigarros. Ela relatou que, quando parava de fumar sentia-se muito triste e, às vezes, raivosa. Explicamos que, na verdade, o fumo encobria sua consciência do quanto ela andava triste e com raiva. Conscientizando-se disso, G.C. ficou mais feliz e teve êxito em parar de fumar, conseguindo manter a saúde mais equilibrada.
[1] PACHECO, Cláudia . De Olho na Saúde. São Paulo,Proton Editora, 2007, p. 20
Os dentes e a nossa vida interior
Nosso corpo revela aquilo que não percebemos em nós.” 1
O que ocorre com nossa saúde bucal mostra sentimentos, pensamentos e atitudes dos quais muitas vezes não temos consciência. Geralmente todos associam os dentes a algo bom como: beleza, saúde e vida. Portanto, toda vez que rejeitamos nossos dentes naturais estamos também rejeitando a beleza e o que é saudável que existe em nosso interior psíquico. Também é muito comum a pessoa ter sonhos com os dentes que podem ser interpretados à luz da Trilogia Analítica, como no exemplo a seguir:
A sra. G.G. sonhou que seu dente central estava partido em 3 pedaços, olhava triste para ele e pensava por que não havia cuidado dele, deixando-o nesse estado. Ela associou seu dente a beleza, alegria e comunicação. Essa análise demonstrou aquilo que G.G. “quebra” na sua vida e não cuida. Assim, ela percebeu por que ultimamente andava triste e desanimada, não sorria muito e rejeitava seu trabalho de vendas.
O que torna o indivíduo doente, seja psíquica ou fisicamente é a censura que ele faz à consciência que ele tem de ter, principalmente dos erros e dos enganos que comete. O sonho mostra de um modo simbólico o que a pessoa tem que ver para adquirir sanidade.
1.Pacheco C., De olho na saúde,Ed. Proton 2007 pg. 95
O que ocorre com nossa saúde bucal mostra sentimentos, pensamentos e atitudes dos quais muitas vezes não temos consciência. Geralmente todos associam os dentes a algo bom como: beleza, saúde e vida. Portanto, toda vez que rejeitamos nossos dentes naturais estamos também rejeitando a beleza e o que é saudável que existe em nosso interior psíquico. Também é muito comum a pessoa ter sonhos com os dentes que podem ser interpretados à luz da Trilogia Analítica, como no exemplo a seguir:
A sra. G.G. sonhou que seu dente central estava partido em 3 pedaços, olhava triste para ele e pensava por que não havia cuidado dele, deixando-o nesse estado. Ela associou seu dente a beleza, alegria e comunicação. Essa análise demonstrou aquilo que G.G. “quebra” na sua vida e não cuida. Assim, ela percebeu por que ultimamente andava triste e desanimada, não sorria muito e rejeitava seu trabalho de vendas.
O que torna o indivíduo doente, seja psíquica ou fisicamente é a censura que ele faz à consciência que ele tem de ter, principalmente dos erros e dos enganos que comete. O sonho mostra de um modo simbólico o que a pessoa tem que ver para adquirir sanidade.
1.Pacheco C., De olho na saúde,Ed. Proton 2007 pg. 95
Os riscos do implante dentário
No século XX surgiram os implantes dentários como uma tentativa de substituir dentes que foram perdidos. Muitos indicam a remoção de raízes boas e até mesmo a extração de dentes naturais achando que facilmente seriam substituídos por implantes. Existe até um procedimento que consiste na extração de todos os dentes naturais remanescentes para a colocação de uma dentadura implantada. No entanto, os implantes dentários não conseguem substituir os dentes naturais de uma forma muito eficiente. Além disso, eles podem causar complicações.
Devido à inversão, o ser humano acha que o artificial é melhor que o natural. Com isso, ele despreza os dentes naturais, que são preciosíssimos. Trocar os dentes naturais por artificiais é a maior inversão atual da odontologia. Seguindo as leis da natureza, nossos dentes são implantados nos ossos maxilares de uma forma perfeita, ou seja, eles possuem um ligamento (periodontal) que é um conjunto de fibras situadas ao redor das raízes. Esse ligamento funciona como um “amortecedor natural” dando suporte e proteção. Quando mordemos ou mastigamos, essas fibras absorvem o impacto para não sobrecarregar o osso. Já o implante dentário é constituído por um “parafuso” rígido dentro do osso (sem amortecedor). Com isso, as cargas de impacto do implante caem diretamente sobre o osso levando à perda óssea ao redor do implante.

As falhas em implantes podem ocorrer logo após a sua colocação, ou seja, o implante não se integra com o osso, causando sua perda. Existem, também as falhas tardias que são principal-mente causadas por cargas excessivas (hábitos de ranger os dentes, mastigação muito forte etc) ou por infecção (peri-implantite). Pacientes fumantes, diabéticos, portadores de distúrbios do colágeno, síndrome de Sjögren (diminui a produção de saliva), esclerodermia (atinge os tecidos conjuntivos), porta-dores de distúrbios parafuncionais(co-mo roer as unhas ou uso exagerado de chicletes). Esse termo peri-implantite é usado para descrever a perda óssea ao redor de um implante, a qual pode ser induzida por tensão, bactérias ou uma combinação de ambas.(1) A doença peri-implantar é mais severa e destrutiva que a doença periodontal. Os pacientes portadores de doenças periodontais podem estar mais susceptíveis a desenvolver peri-implantite.(2) Os sinais e sintomas que evidenciam o insucesso do implante são: mobilidade do implante; perda óssea rápida e progressiva; dor durante percussão ou função (quando se mastiga algo); exsudato (pus) contínuo e descontrolado; perda de mais da metade do osso ao redor do implante.(1)
Acreditar em implante é acreditar em algo anti-natural, fora da realidade. Tudo aquilo que queremos fazer fora da realidade é devido à nossa teomania _desejo de ser poderoso como um deus, delírio que temos ao achar que poderíamos criar algo “mais perfeito” do que a própria natureza (Criação).
1. Misch, Implantes Dentários Contemporâneos, Santos Editora. 2ª Ed. 2000.
2. Silva; Mendes & Fonseca - Rev. Só Técnicas Estéti-cas, Vol. I, Nª 2, 2004
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As doenças bucais e as emoções
Durante 31 anos de experiência clínica internacional, temos comprovado que as emoções negativas não conscientizadas geram doenças bucais. Raiva, inveja e medo desequilibram o funcionamento das glândulas salivares. A busca de fantasias, a ansiedade, angústia, arrogância e teomania também prejudicam o sistema imunológico. Tudo o que nós escondemos de nós mesmos acaba por ser revelado em nosso corpo, que forma uma unidade inseparável, energética, o que chamamos de “alma”. (Pacheco, C. –De Olho na Saúde).
A nossa boca revela um pouco do nosso interior
Os mais raivosos têm tendência a formar cáries dentárias e gengivites. O nível de censura determina o grau de doença do ser humano. Portanto, os que censuram muito podem ter grandes cáries e, se não tratá-las, podem necessitar de tratamento de canal. Os que resistem à visão de seus próprios erros e desejam mascarar qualquer problema que tenham, podem apresentar mau hálito. Os que têm mais censura, exagerado perfeccionismo e idealização apresentam bruxismo (ranger e/ou apertar os dentes) e podem também ter distúrbio da articulação temporomandibular (DTM). Para a pessoa saber o que ela está fazendo com seu interior, basta ver o que acontece no seu exterior; o portador de bruxismo range os dentes diante da verdade, numa atitude de negar ou deturpar a realidade (destruição do Ser). Além disso, podem ter alguma atividade parafuncional (roer unhas, uso exagerado de chicletes e mastigar alimentos muito duros). Os que são dotados de insegurança afetiva, desadaptados socialmente e possuem o desejo inconsciente de destruir os dentes (inveja) têm hábito de consumir excesso de ácidos (refrigerante tipo cola, vinagre, limão etc). Esses ácidos causam erosão no esmalte dentário; se forem consumidos junto com alimentos mui-to duros causam abrasão nos dentes, desgastando-os mais ainda. Os idosos que são mais inativos, e têm ímpetos de inveja e ódio, podem sofrer de nevralgia do trigêmeo.
Até os ossos da face são influenciados pela psique e atitudes do indivíduo, que determinam a harmonia ou desarmonia do crescimento ósseo. Assim, os mais voluntariosos e prepotentes podem desenvolver prognatismo (a mandíbula cresce demais, deixando o queixo proeminente).Os que são ansiosos, inseguros, dependentes, que adoecem quando têm que assumir responsabilidades, imaturos, autodestrutivos e se recusam a sentir suas dores psicológicas, é comum terem aftas (estomatite aftosa), cuja incidência é duas vezes maior no sexo feminino. As crianças que tiverem muito ciúme (inveja) de um irmão mais novo poderão ter estomatite.Os muito medrosos têm tendência a apresentar problemas periodontais mais sérios, como perda óssea com consequente mobilidade dentária. Os que têm problema de ética poderão apresentar perdas ósseas maiores, a ponto de comprometer uma ou mais raízes.
Toda atitude é decorrente da nossa psique
Os que não querem tratar da sua sujeira interior – problemas, atitudes neuróticas, que estão corroendo o que têm de perfeito em seu Ser – não escovam bem os dentes. Já os perfeccionistas, com tendência à compulsão, que não querem ver nenhuma sujeira (erro, imperfeição) no seu interior, escovam os dentes com muita força, desgastando o esmalte dentário e cau-sando retração gengival.
A busca do prazer leva às doenças físicas
Keppe revela, através das suas descobertas psicanalíticas, que o grau de equilíbrio e de bem-estar é proporcionalmente oposto à busca de prazer que o indivíduo faz. Em outras palavras - o apego ao sensorialismo não deixa de ser uma destruição ao próprio corpo. Assim, os que ingerem com muita frequência carboidratos refinados na tentativa de compensar seus problemas afetivos, acabam adquirindo cáries dentárias, obesidade etc. Aqueles que fumam – começam o vício por acreditar que isso vai melhorar seu bem-estar; e acabam prejudicando a sua saúde, podendo ter doença periodontal, problemas pulmonares etc.Tanto o consumo exagerado de açúcar branco como o fumo são buscados com a tentativa de fugir ou aliviar as tensões e angústias.
“A angústia provém da alteração, inversão e negação ao sentimento; é o “esforço” para eliminá-lo de nossas vidas. E, como sentimento é amor (pois o ódio, a ira, a inveja constituem sua negação) tentamos assim acabar com o nosso bem.”
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
Programa Stop Radio
321 - A etiologia das doenças - Download
Como o ser humano está se afastando do bem original
A medicina moderna vê a lesão somente no órgão e não considera os fatores internos
A medicina moderna vê a lesão somente no órgão e não considera os fatores internos
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Orientações para uma correta higiene bucal - parte II
Como Seria
Uma Boa Higiene Bucal?
1)
A escova de dentes deve ter cabeça pequena e cerdas macias e retas (da
mesma altura).
2)
Não escovar os dentes com muita força e rapidez.
3)
A pasta de dentes tem como objetivo facilitar o uso da escova e dar um
aroma agradável à boca. Deve-se usar pouca pasta e evitar aquelas que contêm
muitos agentes abrasivos (como aquelas que dizem ser próprias para fumantes)
porque estas pastas desgastam muito o esmalte dos dentes. Evitar também as
pastas chamadas clareadoras porque elas enfraquecem o esmalte (causam desmineralização).
4)
Evitar o uso de antissépticos bucais porque eles alteram o equilíbrio
natural do meio bucal.
5)
No mínimo, deve-se escovar os dentes 2 vezes por dia; de preferência
logo após as refeições.
6)
A escovação mais importante é a realizada antes de dormir.
7)
O uso do fio dental entre todos os dentes é fundamental para
complementar a higiene bucal, uma vez que a escova não consegue limpar bem
essas regiões. Ele deve ser usado pelo menos 1 vez por dia, de preferência
antes de dormir. A seguir apresentamos a melhor forma de escovação e uso do fio
dental.
Ideias Invertidas Sobre a Saúde Bucal
“O homem sofre de uma INVERSÃO –
colocando o mal no bem e vendo vantagem em agir malevolamente”.
Vamos citar aqui algumas ideias
invertidas na área da saúde bucal:
1.
“O dente artificial é melhor
que o natural”
“O dente natural é fraco”
“Os dentes não foram criados para durar a nossa
vida toda”
Na verdade os dentes são feitos do tecido
mais duro, mais resistente do organismo. Eles não se reparam, como a pele que
se cicatriza ou osso que se calcifica porque eles foram feitos para nunca serem
destruídos.
2.
“Os dentes do siso não servem
para nada; é melhor extraí-los”. Há muitos dentes do siso que, além de não dar
nenhum prejuízo ao seu portador, são úteis, não havendo nenhuma necessidade de
extraí-los.
3.
“Não vale a pena tratar dos
dentes de leite porque eles vão cair um dia”. Os dentes de leite têm as mesmas
funções dos permanentes, além de guardar espaço ósseo para estes últimos
nascerem. Como nós crescemos e os dentes não, na época certa os dentes de leite
caem para que os permanentes tomem o seu lugar. Quem não dá valor aos dentes de
leite, querendo extraí-los antes do tempo certo sem nenhuma necessidade, não
aceita o valor da natureza (Criação).
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dentes do siso,
extraçao dos sisos
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Programa Stop a Destruiçao do Mundo
304 - Ressonância Energética Divina para a Humanidade - Download
O trabalho de Keppe é o modelo teológico social de acordo com o ser Divino. O flúor é um veneno tóxico que está sendo adicionado à nossa água . Vários países europeus do 1º. Mundo já proibiram o uso de flúor. Diminuição do QI nas crianças. Problemas de manchas nos dentes ( fluorose) .
sexta-feira, 29 de março de 2013
Perigos do Flúor e a “Ciência” das Corporações
José Ortiz Camargo Neto, jornalista
científico trilógico
Roberto Giraldo, médico infectologista,
imunologista e psicossomaticista
“A ciência do flúor é a ciência das corporações, é a ciência do DDT, é a ciência do
amianto, é a ciência do tabaco. É uma trama!” Com estas palavras, o jornalista investigativo Cristopher Bryson, da BBC, inicia sua entrevista ao dr. Paull Connet, que
praticamente esgota o assunto sobre flúor.
Nela estão contidos os perigos do flúor, os
institutos e cientistas comprados para dizer que ele não faz mal, e os interesses de
corporações na fluoretação das águas.
Fruto de 10 anos de pesquisa, ele lan-
çou o livro “Fluoride Deception” (“A Fraude
do Flúor”), reportagem-denúncia publicada em 2004 pela editora Seven Stories. Seu
interesse pelo assunto começou em 1993,
quendo era produtor da BBC em Nova
York, e dois técnicos da Agência de Prote-
ção Ambiental (EPA) lhe disseram que “os
É
preocupante ver a forma errada
como as autoridades sanitárias analisam e tratam o assunto das vacinas e
das doenças como a gripe comum e suí-
na, o que indubitavelmente cria um ambiente perfeito para o que se chama “Enfermidade Psicogênica Massiva”, também
conhecida no mundo científico como
“Epidemia Histérica”, “Histeria Massiva”
ou “Histeria das Massas”.
As doenças são apresentadas como
terríveis, poderosas, vindas “de fora” da padrões de segurança da adição de flúor
nas águas eram baseados numa ciência
fraudulenta”. Bryson dedicou-se a investigar o assunto, e o resultado foi um trabalho sério e corajoso, que resultou no livro e
no vídeo-entrevista que pode ser visto no
youtube, neste endereço: www.youtube.
com (busque por: A fraude do flúor)
Creio ser este conhecimento de necessidade fundamental para médicos,
dentistas, autoridades de saúde e meio
ambiente e pela população em geral,
pois Bryson mostra que o que é apresentado como “ciência” nas academias, jornais e propagandas, na verdade é uma
fraude montada por interesses comerciais escusos.
Segundo ele, a ideia de fluoretar as
águas nos EUA partiu de Gerald Cox, do
Mellon Institute of Industrial Researche
, por sugestão de Francis Frasy, diretor
de uma fábrica de alumínio americana;
o Mellon Institute já favorecia a indústria
do amianto, que hoje perde processos no
mundo todo devido ao adoecimento ou
morte de pessoas por causa do asbesto.
Outro defensor da fluoretação foi Harold Hodge – toxicologista da Rochester,
que coordenou pesquisas antiéticas de
injetar plutônio e urânio em cobaias humanas para verificar os efeitos tóxicos
nas pessoas. Ele foi o toxicologista-chefe
do Projeto Manhatttan (de construção da
bomba atômica lançada em Hiroshima)
e o encarregado de testar os efeitos das
substâncias radiativas em humanos. O
Projeto Manhattan exigia enormes quantidades de flúor, que poluía os ares e as
águas, mas Hodge tranquilizou os americanos dizendo que flúor em pequenas
quantidades não fazia mal e podia ser
adicionado nas águas.
Outro cientista envolvido foi Robert
Khoes, do Laboratório Kettering, que defendeu a perniciosa adição do chumbo à
gasolina, “pago pelas companhias de combustível”, diz Bryson. “E o mesmo ele fez
defendendo o flúor.” Kohe e o Kettering
Institute eram favoráveis à indústria e ao
Instituto Nacional de Pesquisa em Odontologia, e produziram extensa bibliografia sobre a toxicidade do flúor e o papel
do flúor na saúde pública, num trabalho
bancado por: Aluminum Company of America (ALCOA), Aluminum Company of Canadá, American Petroleum Institute, DuPont,
Monsanto, Kaiser Aluminum, Reynold Metals, US Steels entre muitos outros financiadores. Bryson chama isso de “ciência de
aluguel” ou “ciência das corporações” que,
como se sabe, não se limita à questão do
flúor, mas à segurança de vacinas, medicamentos, e outros produtos químicos, como
tem sido denunciado frequentemente
quarta-feira, 27 de março de 2013
Dentes sensíveis e a tensão emocional
O paciente R.C. 35 anos se queixou de fortes dores nos dentes ao tomar líquidos frios . Ele relatou que estava com problemas de relacionamento e muito estressado ultimamente .
Esse tipo de acometimento é muito freqüente na população mundial ( Peres.et.al 1999 ) denominada hipersensibilidade dentinária , quando um ou mais dentes tornam-se muito sensíveis às diferenças de temperatura. Ela pode ser causada por diversos fatores como stress, dieta, traumas de escovação, tratamentos dentários, bruxismo, etc.
A dor se caracteriza por ser aguda e súbita e de curta duração, de inicio rápido, provocada por estímulos externos em áreas em que há exposição de dentina, normalmente pela presença de recessão da margem gengival. Para Sobral e Neto (1999) é um fenômeno complexo que envolve tanto alterações fisiológicas como psicológicas do indivíduo. Tamaro, Wennstrom e Bergenholtz (2000), relataram que a dor é um fenômeno psico-biológico tendo como base o psicológico e o fisiológico para a percepção dela. Apesar de estudos, várias teorias e tratamentos terem sido propostos, ainda existem incógnitas a respeito do tema que precisam ser melhor avaliadas. Essa manifestação clínica por conter um forte componente emocional na sua causa ainda é um grande desafio.
Como temos experiência de 30 anos aplicando a Psicanálise Integral na Odontologia com ótimos resultados no tratamento da hipersensibilidade dentária , expliquei para R.C. que a reação à dor que a pessoa sente depende principalmente de seu estado emocional , isto é, quanto mais estressada ela estiver, mais dor ela sentirá .
E que estados de raiva e medo desencadeiam dores violentas mesmo com pequenos estímulos. Além disso, nosso cérebro libera substâncias chamadas endorfinas, quando estamos mais calmos e receptivos e estes funcionam como analgésicos naturais, aumentando nossa capacidade de suportar a dor .
Ao lidar com seus problemas emocionais, R.C. se acalmou e a recuperação da
hipersensibilidade foi mais rápida e eficaz .
O estresse emocional e as aftas
Muitos leitores nos perguntam se o aparecimento de aftas na boca tem relação com o estresse emocional . Esse problema ocorre em 20% da população em geral sendo mais freqüente no sexo feminino e está relacionado ao fator emocional .
Devido à tensão emocional ocorre um desequilíbrio neuro-hormonal e imunológico no nosso corpo e uma alteração do ph salivar.
Emoções negativas como a raiva e o medo também interferem na salivação, tornando-a insuficiente ou em excesso (muito diluída). Essas mudanças alteram o equilíbrio bucal, podendo trazer, como resultado, cáries, inflamação da gengiva, aftas e até mau hálito.
G.M. , 30 anos, tinha crises de aftas múltiplas constantemente desde os 4 anos de idade , relacionadas a problemas emocionais desde a infância . Ao conscientizar tais emoções passou a usar melhor a razão e o amor para lidar com os problemas e acalmou-se . Como conseqüência as aftas desapareceram espontaneamente .
Isso mostra a importância de uma odontologia com orientação psicossomática, que trate não apenas do sintoma orgânico, mas que também esclareça o cliente sobre esses aspectos de sua vida emocional, e como se acalmar para ter mais saúde.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
O Dentinho Porcalhão na Fábrica da Mastigação
Marcia Sgrinhelli e Maria Silvia Almeida, 2000, 10 páginas. Este livro para colorir tem como objetivo mostrar às crianças e aos pais a inter-relação existente entre as nossas emoções e a saúde bucal. A história é baseada nas descobertas de Norberto R. Keppe, fundador da SITA - Sociedade Internacional de Trilogia Analítica (Psicanálise Integral), que explica que o aspecto essencial da vida é a ação real, isto é, ação dirigida pela bondade, beleza e verdade, em harmonia com a essência do ser humano. Baseando-se também no livro A Cura pela Consciência - Teomania e Stress, de Cláudia B.S. Pacheco, vice-presidente da SITA, esta história ilustra a causa e a prevenção das cáries dentárias numa perspectiva psicológica única, mostrando à criança como obter saúde bucal.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
As Bactérias São Úteis e Necessárias à Saúde
Márcia R. F. Sgrinhelli e
Heloísa Coelho, dentistas psicossomaticistas
Nossa boca é, na verdade, um incrível sistema biológico dinâmico, com uma média de 750 milhões de microrganismos por mililitro de saliva. Apesar de tão imensa quantidade, as diferentes formas de microrganismos convivem em perfeito equilíbrio entre si e com o ser humano.
Esses microrganismos, que habitam regiões como língua, bochecha e dentes, são muito importantes para nós, pois contribuem para a nutrição (através da síntese de vitaminas e início da digestão). Agem na defesa da boca, impedindo a implantação de microrganismos estranhos ao meio bucal. Estimulam, ainda, a formação de anticorpos e contribuem para o desenvolvimento de órgãos e tecidos.
É aí que está o maior problema dos antissépticos (ou enxaguatórios): eles foram feitos para destruir as bactérias bucais, que são extremamente úteis ao organismo. O uso constante desses medicamentos pode causar diversos efeitos colaterais, como: alteração do paladar, manchas em dentes e restaurações, irritação da mucosa bucal, sensação de queimação, ressecamento da mucosa (causando descamação). Pior ainda: um desses antissépticos bucais tem sido considerado como co-cancerígeno (capaz de produzir câncer, juntamente com outros fatores).
O melhor meio de manter a saúde bucal é através do equilíbrio emocional, além de bons hábitos de alimentação e higiene oral.
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