quarta-feira, 6 de maio de 2015

As doenças bucais e as emoções


Durante 31 anos de experiência clínica internacional, temos comprovado que as emoções negativas não conscientizadas geram doenças bucais. Raiva, inveja e medo desequilibram o funcionamento das glândulas salivares. A busca de fantasias, a ansiedade, angústia, arrogância e teomania também prejudicam o sistema imunológico. Tudo o que nós escondemos de nós mesmos acaba por ser revelado em nosso corpo, que forma uma unidade inseparável, energética, o que chamamos de “alma”. (Pacheco, C. –De Olho na Saúde).

A nossa boca revela um pouco do nosso interior

Os mais raivosos têm tendência a formar cáries dentárias e gengivites. O nível de censura determina o grau de doença do ser humano. Portanto, os que censuram muito podem ter grandes cáries e, se não tratá-las, podem necessitar de tratamento de canal. Os que resistem à visão de seus próprios erros e desejam mascarar qualquer problema que tenham, podem apresentar mau hálito. Os que têm mais censura, exagerado perfeccionismo e idealização apresentam bruxismo (ranger e/ou apertar os dentes) e podem também ter distúrbio da articulação temporomandibular (DTM). Para a pessoa saber o que ela está fazendo com seu interior, basta ver o que acontece no seu exterior; o portador de bruxismo range os dentes diante da verdade, numa atitude de negar ou deturpar a realidade (destruição do Ser). Além disso, podem ter alguma atividade parafuncional (roer unhas, uso exagerado de chicletes e mastigar alimentos muito duros). Os que são dotados de insegurança afetiva, desadaptados socialmente e possuem o desejo inconsciente de destruir os dentes (inveja) têm hábito de consumir excesso de ácidos (refrigerante tipo cola, vinagre, limão etc). Esses ácidos causam erosão no esmalte dentário; se forem consumidos junto com alimentos mui-to duros causam abrasão nos dentes, desgastando-os mais ainda. Os idosos que são mais inativos, e têm ímpetos de inveja e ódio, podem sofrer de nevralgia do trigêmeo.
Até os ossos da face são influenciados pela psique e atitudes do indivíduo, que determinam a harmonia ou desarmonia do crescimento ósseo. Assim, os mais voluntariosos e prepotentes podem desenvolver prognatismo (a mandíbula cresce demais, deixando o queixo proeminente).Os que são ansiosos, inseguros, dependentes, que adoecem quando têm que assumir responsabilidades, imaturos, autodestrutivos e se recusam a sentir suas dores psicológicas, é comum terem aftas (estomatite aftosa), cuja incidência é duas vezes maior no sexo feminino. As crianças que tiverem muito ciúme (inveja) de um irmão mais novo poderão ter estomatite.Os muito medrosos têm tendência a apresentar problemas periodontais mais sérios, como perda óssea com consequente mobilidade dentária. Os que têm problema de ética poderão apresentar perdas ósseas maiores, a ponto de comprometer uma ou mais raízes.

Toda atitude é decorrente da nossa psique

Os que não querem tratar da sua sujeira interior – problemas, atitudes neuróticas, que estão corroendo o que têm de perfeito em seu Ser – não escovam bem os dentes. Já os perfeccionistas, com tendência à compulsão, que não querem ver nenhuma sujeira (erro, imperfeição) no seu interior, escovam os dentes com muita força, desgastando o esmalte dentário e cau-sando retração gengival.

A busca do prazer leva às doenças físicas

Keppe revela, através das suas descobertas psicanalíticas, que o grau de equilíbrio e de bem-estar é proporcionalmente oposto à busca de prazer que o indivíduo faz. Em outras palavras - o apego ao sensorialismo não deixa de ser uma destruição ao próprio corpo. Assim, os que ingerem com muita frequência carboidratos refinados na tentativa de compensar seus problemas afetivos, acabam adquirindo cáries dentárias, obesidade etc. Aqueles que fumam – começam o vício por acreditar que isso vai melhorar seu bem-estar; e acabam prejudicando a sua saúde, podendo ter doença periodontal, problemas pulmonares etc.Tanto o consumo exagerado de açúcar branco como o fumo são buscados com a tentativa de fugir ou aliviar as tensões e angústias.
“A angústia provém da alteração, inversão e negação ao sentimento; é o “esforço” para eliminá-lo de nossas vidas. E, como sentimento é amor (pois o ódio, a ira, a inveja constituem sua negação) tentamos assim acabar com o nosso bem.”


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Programa Stop Radio

321 - A etiologia das doenças - Download


Como o ser humano está se afastando do  bem original 
A medicina moderna vê a lesão somente no órgão e não considera os fatores internos

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Orientações para uma correta higiene bucal - parte II


Como Seria Uma Boa Higiene Bucal?
1)     A escova de dentes deve ter cabeça pequena e cerdas macias e retas (da mesma altura).
2)     Não escovar os dentes com muita força e rapidez.
3)     A pasta de dentes tem como objetivo facilitar o uso da escova e dar um aroma agradável à boca. Deve-se usar pouca pasta e evitar aquelas que contêm muitos agentes abrasivos (como aquelas que dizem ser próprias para fumantes) porque estas pastas desgastam muito o esmalte dos dentes. Evitar também as pastas chamadas clareadoras porque elas enfraquecem o esmalte (causam desmineralização).
4)     Evitar o uso de antissépticos bucais porque eles alteram o equilíbrio natural do meio bucal.
5)     No mínimo, deve-se escovar os dentes 2 vezes por dia; de preferência logo após as refeições.
6)     A escovação mais importante é a realizada antes de dormir.
7)     O uso do fio dental entre todos os dentes é fundamental para complementar a higiene bucal, uma vez que a escova não consegue limpar bem essas regiões. Ele deve ser usado pelo menos 1 vez por dia, de preferência antes de dormir. A seguir apresentamos a melhor forma de escovação e uso do fio dental.


Orientações para uma correta higiene bucal - parte I


Ideias Invertidas Sobre a Saúde Bucal



      “O homem sofre de uma INVERSÃO – colocando o mal no bem e vendo vantagem em agir malevolamente”.
     
      Vamos citar aqui algumas ideias invertidas na área da saúde bucal:

1.      “O dente artificial é melhor que o natural”
“O dente natural é fraco”
“Os dentes não foram criados para durar a nossa vida toda”
      Na verdade os dentes são feitos do tecido mais duro, mais resistente do organismo. Eles não se reparam, como a pele que se cicatriza ou osso que se calcifica porque eles foram feitos para nunca serem destruídos.

2.      “Os dentes do siso não servem para nada; é melhor extraí-los”. Há muitos dentes do siso que, além de não dar nenhum prejuízo ao seu portador, são úteis, não havendo nenhuma necessidade de extraí-los.

3.      “Não vale a pena tratar dos dentes de leite porque eles vão cair um dia”. Os dentes de leite têm as mesmas funções dos permanentes, além de guardar espaço ósseo para estes últimos nascerem. Como nós crescemos e os dentes não, na época certa os dentes de leite caem para que os permanentes tomem o seu lugar. Quem não dá valor aos dentes de leite, querendo extraí-los antes do tempo certo sem nenhuma necessidade, não aceita o valor da natureza (Criação).


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Programa Stop a Destruiçao do Mundo


304 - Ressonância Energética Divina para a Humanidade - Download

O trabalho de Keppe é o modelo teológico social de acordo com o ser Divino. O flúor é um veneno tóxico que está sendo adicionado à nossa água . Vários países europeus do 1º. Mundo já proibiram o uso de flúor. Diminuição do QI nas crianças. Problemas de manchas nos dentes ( fluorose) .

sexta-feira, 29 de março de 2013

Perigos do Flúor e a “Ciência” das Corporações

José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico Roberto Giraldo, médico infectologista, imunologista e psicossomaticista “A ciência do flúor é a ciência das corporações, é a ciência do DDT, é a ciência do amianto, é a ciência do tabaco. É uma trama!” Com estas palavras, o jornalista investigativo Cristopher Bryson, da BBC, inicia sua entrevista ao dr. Paull Connet, que praticamente esgota o assunto sobre flúor. Nela estão contidos os perigos do flúor, os institutos e cientistas comprados para dizer que ele não faz mal, e os interesses de corporações na fluoretação das águas. Fruto de 10 anos de pesquisa, ele lan- çou o livro “Fluoride Deception” (“A Fraude do Flúor”), reportagem-denúncia publicada em 2004 pela editora Seven Stories. Seu interesse pelo assunto começou em 1993, quendo era produtor da BBC em Nova York, e dois técnicos da Agência de Prote- ção Ambiental (EPA) lhe disseram que “os É preocupante ver a forma errada como as autoridades sanitárias analisam e tratam o assunto das vacinas e das doenças como a gripe comum e suí- na, o que indubitavelmente cria um ambiente perfeito para o que se chama “Enfermidade Psicogênica Massiva”, também conhecida no mundo científico como “Epidemia Histérica”, “Histeria Massiva” ou “Histeria das Massas”. As doenças são apresentadas como terríveis, poderosas, vindas “de fora” da padrões de segurança da adição de flúor nas águas eram baseados numa ciência fraudulenta”. Bryson dedicou-se a investigar o assunto, e o resultado foi um trabalho sério e corajoso, que resultou no livro e no vídeo-entrevista que pode ser visto no youtube, neste endereço: www.youtube. com (busque por: A fraude do flúor) Creio ser este conhecimento de necessidade fundamental para médicos, dentistas, autoridades de saúde e meio ambiente e pela população em geral, pois Bryson mostra que o que é apresentado como “ciência” nas academias, jornais e propagandas, na verdade é uma fraude montada por interesses comerciais escusos. Segundo ele, a ideia de fluoretar as águas nos EUA partiu de Gerald Cox, do Mellon Institute of Industrial Researche , por sugestão de Francis Frasy, diretor de uma fábrica de alumínio americana; o Mellon Institute já favorecia a indústria do amianto, que hoje perde processos no mundo todo devido ao adoecimento ou morte de pessoas por causa do asbesto. Outro defensor da fluoretação foi Harold Hodge – toxicologista da Rochester, que coordenou pesquisas antiéticas de injetar plutônio e urânio em cobaias humanas para verificar os efeitos tóxicos nas pessoas. Ele foi o toxicologista-chefe do Projeto Manhatttan (de construção da bomba atômica lançada em Hiroshima) e o encarregado de testar os efeitos das substâncias radiativas em humanos. O Projeto Manhattan exigia enormes quantidades de flúor, que poluía os ares e as águas, mas Hodge tranquilizou os americanos dizendo que flúor em pequenas quantidades não fazia mal e podia ser adicionado nas águas. Outro cientista envolvido foi Robert Khoes, do Laboratório Kettering, que defendeu a perniciosa adição do chumbo à gasolina, “pago pelas companhias de combustível”, diz Bryson. “E o mesmo ele fez defendendo o flúor.” Kohe e o Kettering Institute eram favoráveis à indústria e ao Instituto Nacional de Pesquisa em Odontologia, e produziram extensa bibliografia sobre a toxicidade do flúor e o papel do flúor na saúde pública, num trabalho bancado por: Aluminum Company of America (ALCOA), Aluminum Company of Canadá, American Petroleum Institute, DuPont, Monsanto, Kaiser Aluminum, Reynold Metals, US Steels entre muitos outros financiadores. Bryson chama isso de “ciência de aluguel” ou “ciência das corporações” que, como se sabe, não se limita à questão do flúor, mas à segurança de vacinas, medicamentos, e outros produtos químicos, como tem sido denunciado frequentemente